Ilhéus: Estudantes da UESC denunciam empresas de ônibus.

Abaixo segue reclamação enviada a nossa redação, referente aos ônibus, com linhas para a UESC. :


PRIMEIRA RECLAMAÇÃO

Gostaria de salientar e reforçar as reclamações quanto às condições DEPLORÁVEIS do transporte, PRINCIPALMENTE as linhas para UESC.

O descaso é interminável e inacreditável:

– Poucos ônibus;
– Quando acontece algo com algum dos ônibus, as empresas simplesmente não mandam outro;🙄😒🤬
– Frota insuficiente nos horários de pico;
– Ônibus literalmente “caindo aos pedaços”;

Quem infelizmente depende dessa linha sabe que além de não ter horário, é necessário torcer para que ele passe em algum momento, que consiga chegar até a UESC e q seja possível ao menos respirar dentro do ônibus.

A cidade não é sustentado pelo turismo … isso é claro … as Universidades nutrem a cidade. Sendo assim, é humilhante e inadmissível aceitar as coisas da forma q estão. Já foram feitas reunião e muitas pessoas compareceram, porém NENHUMA MEDIDA foi tomada.

Espero q as reclamações ganhem força e alguma importância. 😬😐😩


SEGUNDA RECLAMAÇÃO

Vou falar algumas coisas aqui que são sobre o turno matutino, desconheço a maior parte dos problemas que os colegas do matutino e vespertino enfrentam.

Os ônibus que vão da zona Sul para a UESC estão sempre rodando acima de sua capacidade de lotação (caso de hoje ), o que entra nos bairros não costuma ser pontual.
Antes tínhamos 3 opções pela São Miguel :
1 que não entra nos bairros e passa por volta das 6:00, 6:10.
O ônibus que entra nos bairros e sai da garagem por volta desse mesmo horário e um terceiro que passava por volta das 06:40 hrs, sem entrar nos bairros (que foi retirado).
Anteriormente também existia o ônibus que saía da UESC por volta das 13:15 hrs e ía para a zona Sul, era uma linha mais viável para estudantes do IFBA, que muitas vezes saem do instituto depois das 12:30 hrs e não podia pegar a linha anterior ( hoje essa linha chega na UESC como linha 26 e volta como linha 27).
Resumo : a frota oferecida é insuficiente para atender à demanda com o mínimo de dignidade.

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